O plano não era de todo este mas o erro foi meu. Escolhi mal o local, as poses e tudo mais. Escolhi colocar-me num sítio com demasiado sol, demasiado verde e o que resultou em fotos com sombras horríveis, pesadas, marcadas quase como vincos. Achei que eram fotos boas para o caixote do lixo mas depois de alguns minutos lembrei-me que levo já demasiados anos a editar fotos para descartar algo tão rapidamente. Será que todas as fotos num blog têm de ser a cores, cores bonitas, e com luzes perfeitas? Não haverá espaço para a experimentação, o preto e branco e tanto mais? 

Claro que há, pelo menos aqui, porque acredito que errar faz parte e que tentar contornar obstáculos e erros também e foi mesmo isso que fiz. Não é pelo coordenado em si, adorava mostrar as cores das calças amarelas mas a verdade é que só assim funcionou, pelo menos para mim e antes que mandasse tudo para o lixo.













Top - c/o Rosegal | Calças - Zara (aqui) | Sapatilhas - Converse (aqui) | Cesta - Vintage






Verdade, quase dez anos de blog e consegui não enveredar por discursos políticos até hoje. O feminismo para mim não é política portanto nunca o contei ou contarei como tal, de tal como que esta publicação é apenas em parte sobre política e o resto sobre direitos básicos que deveriam ser universais É preciso viver debaixo de uma pedra para não se saber que as Europeias ocorrem já dia 26 deste mês - ou este Domingo, 19, para quem como eu pediu o voto antecipado - e que o estado do Alabama, nos Estados Unidos da América, promulgaram uma lei tão nojenta que ao invés de lhe chamar uma promulgação se deveria chamar de um retrocesso civilizacional em forma de lei.

Se só aqui chegaram e só leram este primeiro parágrafo e mais nada sabem sobre o blog, permitam-me dizer que este é um blog de lifestyle onde por norma se fala de moda, beleza, fotografia, viagens e um sem fim de coisas que adoro fazer na vida. Para além de tudo isso a pessoa que escreve este blog - olá, sou a Joana - é uma nortenha sem muitas papas na língua, que mesmo sendo apartidária vai sempre cair ao centro-esquerda (mais à esquerda) e que tem um sem fim de crenças, entre elas o feminismo, o direito de cada um a decidir o que fazer com o seu corpo e o facto de apregoar com convicção aquilo que para si é correcto. Se isto vos incomoda peço que parem de ler agora, ninguém vos força a estar aqui, a ler ou a compactuar com o que vou escrever de seguida.

Vou começar na ordem inversa relativamente ao que está no título, isto porque acredito que uma coisa levará facilmente à outra. Pois bem, é sabido por qualquer pessoa minimamente informada neste planeta que o estado do Alabama promulgou uma lei que proíbe na totalidade o aborto, sendo que o único momento em que tal poderá ser considerado será no caso da gestante correr risco de vida devido há gravidez ou caso o embrião ou feto apresentem alguma má-formação. Isto deixa de parte todas as mulheres que forem vítimas de abuso sexual, quer tenham 30 ou 11 anos de idade. Isto deixa de fora qualquer mulher que queria simplesmente um aborto porque a sua escolha é não ter filhos por qualquer razão naquele momento. Isto deixa de fora uma criança que seja violada e que veja a sua infância e vida arruinada, tal como o seu corpo e saúde mental, por ter de carregar um filho que nunca quis, que nunca pediu e que foi gerado contra a sua vontade. O nojo que sinto é tão grande que por vezes nem consigo exprimir verdadeiramente tudo aquilo que sinto relativamente a isto.

Esta lei foi votada por homens, mas assinada por uma mulher. Esta lei criminaliza não quem aborta mas quem fizer o procedimento médico, crime esse que poderá chegar aos 99 anos de prisão, sendo que um médico que efectue um aborto a uma mulher será punido com mais tempo de prisão, para além de perder a carreira e tanto mais, do que um violador que engravide uma mulher. Assim sendo ninguém vai querer fazer abortos por medo de arruinar a sua própria vida.

Isto não é um movimento pro-life, é um movimento pro-birth, a favor do simples nascimento, já que ninguém depois disto promulgou uma lei que salvaguarde o crescimento da criança, a educação, o direito a uma casa, roupa, comida e tanto mais. Ninguém promulgou uma lei que dê à mulher os meios necessários para ter e criar um filho, sejam eles financeiros ou psicológicos. Portanto não é um movimento pro-life porque pro-life deveria centrar-se na vida e não apenas no facto de fazer crianças nascer mesmo quando ninguém as quer. Chega-se assim a um ponto em que temos outras pessoas a decidir o que fazer com o corpo da mulher, a torná-la numa simples parideira sem qualquer autonomia sobre o seu corpo e a sua vida.

Isto traz-nos a Portugal, onde temos direito ao aborto, sendo este legal e tendo acesso ao mesmo no Serviço Nacional de Saúde. Em Portugal o direito ao aborto é bem claro.

-Até há 10º semana a pedido da gestante
(A Lei nº 16/2007, de 17 de Abril indica que é obrigatório um período mínimo de reflexão de três dias e que tem de ser garantido à mulher "a disponibilidade de acompanhamento psicológico durante o período de reflexão" e "a disponibilidade de acompanhamento por técnico de serviço social, durante o período de reflexão" quer para estabelecimentos públicos quer para clínicas particulares. A mulher tem de ser informada "das condições de efetuação, no caso concreto, da eventual interrupção voluntária da gravidez e suas consequências para a saúde da mulher" e das "condições de apoio que o Estado pode dar à prossecução da gravidez e à maternidade;". Também é obrigatório que seja providenciado "o encaminhamento para uma consulta de planeamento familiar.")
-Até há 16ª semana no caso de violação ou crime sexual
-Até há 24ª semana por má-formação do feto
-Em qualquer momento no caso de risco para a grávida ou no caso de fetos inviáveis

Porém, mesmo este sendo um direito vigente neste momento devemos contar sempre, mesmo que pouco provável, com um retrocesso como no caso do Alabama, algo que pode acontecer a qualquer momento. Aqui entram as Europeias e toda a necessidade de votar.

Não é mentira que em vários países europeus os movimentos de extrema-direita, com fortes raízes ideológicas muitas vezes apoiadas pela religião, têm vindo a ganhar força e vários assentos parlamentares. Em Portugal parece que está tudo estável mas mesmo assim começam a aparecer vários partidos que não só conseguiram um número suficiente de apoiantes para formar partido, como começam a ser opções a ter em consideração por parte de algumas pessoas, especialmente por parte de insatisfeitos crónicos ou pessoas com menos formação.

Como cidadãos devemos votar, porque temos direito a tal, um direito que infelizmente temos como algo certo e ao qual ligamos pouco. Pior ainda quando falamos do direito ao voto por parte das mulheres, algo que nem todas têm neste mundo, algo que custou tanto a conseguir e que hoje em dia tantas mulheres da minha geração vêm o direito ao voto como algo completamente banal. Ninguém nos diz que daqui a uma semana, um mês, um ano ou pouco mais não sobe ao poder um partido que nos retire esse e vários outros direitos. Por algo ser certo não quer dizer que o seja para sempre e as batalhas que se travaram pelos direitos devem ser mantidas numa luta diária e isso implica que devemos votar porque temos o direito a, porque temos os meios para, porque só assim se consegue algo e não através do "é tudo sempre igual".

Eu pedi o voto antecipado, demorou menos de 30 segundos - fiquei parva com algo tão eficaz quando esperava tanta complicação - e dia 19 vou votar com um simples papel e o meu Cartão de Cidadão porque é o meu direito enquanto cidadã de o fazer e porque posso, porque quero, porque acredito que mesmo que não vá para lá quem eu quero o meu voto conta para algo, quanto mais não seja para mostrar que aquele partido ou aquelas pessoas têm quem as apoie e que talvez no futuro cheguem a um lugar importante.

Portanto quem vota não deve votar só porque sim, a informação é gratuita e está ao alcance de todos. Procurem nos partidos e nas suas missões, declaração de princípios e propostas. Não votem por amigos, familiares ou outros, votem por aquilo em que acreditam porque só o voto como bandeira máxima de um país civilizado e democrático é capaz de mudar alguma coisa que seja, para o bom ou para o mau. Não tenham os vossos direitos como certos e eternos porque tudo muda, na política, na vida, em tudo. Se hoje fazemos parte de uma União Europeia, amanhã podemos estar sozinhos e de volta a um regime ditatorial, o que o impede é os cidadãos, os que votam e os que fazem as suas vozes serem ouvidos por mais pequenas que sejam.

Sem me alongar mais deixo-vos com alguns links óptimos para quem ainda tem dúvida sobre o voto, em quem votar ou "para que raio serve isto tudo".







Com as minhas férias a aproximarem-se achei que falar sobre o que levo de viagem, em termos de material fotográfico, seria um assunto interessante e que eventualmente poderia dar jeito a alguém desse lado. Portanto aqui estamos nós e apenas vos posso dizer que sou extremamente prática naquilo que escolho e levo comigo de férias.

Apesar de ser fotógrafa e ter uma boa colecção de material ao meu dispor, quando viajo tento sempre levar não só o mínimo possível como ainda optar por material leve e que não tenha medo de estragar, logo a partir daí as minhas máquina de trabalho - a Canon 6D e a 5D Mark IV - ficam em casa porque não só pesam bastante, mesmo sem lentes, como não as quero sujeitar a estragos desnecessários. É aqui que entra a minha antiga e ainda muito fiel Canon EOS 550D. A câmara em si tem perto de 9 anos e comprei-a ainda nos inícios do blog, quando entrei na faculdade e senti que queria mesmo uma aventura no mundo das DSLR. Trabalhei imenso com ela e em 9 anos nunca me falhou a apesar de não ser uma máquina recente continua a ser uma máquina bem estimada e que ainda vai comigo para muitos locais, especialmente de férias.

Tenho ainda uma Canon EOS M100, bem mais leve e compacta, também com lentes intermutáveis e já dentro da linha mirrorless da Canon. Porém, tendo apenas uma lente de kit que veio com a máquina, é o tipo de câmara que utilizo para umas fotos rápidas de dia-a-dia ou para andar na carteira. É uma máquina jeitosa mas gosto de algo mais que sinto que consigo com a 550D apesar de ser bem mais antiga.

Já em termos de lentes gosto de uma lente versátil mas leve. Se já levei a EF 24-70 f2.8 L II de férias, a verdade é que não só é uma lente extremamente cara e de trabalho, como é uma lente muito pesada que ronda os 900gr. Já uma lente 50mm é bastante limitativa, especialmente numa máquina como a 550D que tem um sensor crop (APS-C) - o que quer dizer que o uso real da objectiva é multiplicado por cerca 1.6 ou seja 50mm x 1.6 = 80mm - portanto uma EF-S 24mm f2.8 (com a conversão x1.6 temos algo como 38mm) não só é, para mim, uma escolha bem melhor por ser mais versátil, como ainda por cima ao ser uma lente pancake - fina e pequena - a torna numa aposta ainda melhor para viagens. 

Assim sendo, resumidamente as minhas fotografias de viagem são feitas com a combinação de uma EOS 550D +  lente EF-S 24mm, algo que no total me pesa cerca de 655gr,  o peso ideal para andar durante as férias sem pesos excessivos e sem comprometer a qualidade das imagens.

Com esta combinação temos a possibilidade de fotografar não apenas boas fotos de paisagens como ainda situações mais particulares como pessoas, objectos, refeições e tantos outros, especialmente sabendo que esta lente 24mm consegue focar a 16cm de distância de um objecto, o que não a torna uma lente macro mas está bem próxima dessa categoria.

Claro que a qualidade depende sempre de como fotografamos e este seria um óptimo tópico para outra publicação, apesar de tudo devemos sempre ter em consideração que não é o material que faz a imagem final, apesar de ajudar, e a prova disso é que já andei por Madrid apenas com um iPhone 6S e as fotos finais em nada ficaram piores do que se tivessem sido feitas com uma máquina, apenas tive de ter mais cuidado em termos de captar e procurar sempre a melhor luz possível.

Para além disso outra coisa que vai sempre comigo em viagem, para além de bateria extra e vários cartões de memória, é o dispositivo de leitor de cartões SD para iPhone. Como a 550D é uma máquina antiga não tem opção de wi-fi integrado na máquina consigo com este leitor, pequenino e super prático, passar rapidamente fotos para o telemóvel - mesmo ficheiros RAW, que é o único modo em que fotografo - com rapidez e na própria altura. Penso que também haverá este tipo de leitores para telemóveis com entrada micro USB, bastará uma pesquisa rápida para os encontrarem.



Andava ansiosa para usar e vos mostrar este vestido. Foi possivelmente das melhores opções que fiz em termos de compras nos últimos tempos e realmente é tão versátil como o imaginava, de tal como que foi a escolha para um casamento, daqueles especiais e não podia ter feito melhor escolha.

Na verdade foi mais uma das peças que veio da Shein, gentilmente oferecida pela marca mas escolhida por mim, portanto entra no seguimento de todas as últimas publicações de outfits que tenho feito uma vez que nos primeiros quatro meses de 2019 apenas comprei uma única peça de roupa. Mesmo assim sabem que sou sincera e tenho tido apenas boas surpresas com os produtos que tenho escolhido e pedido no site. Claro que perco bastante tempo a escolher, a ler revisões e a ver tamanhos para que tudo corra pelo melhor. Não vou dizer que acerto em 100% das vezes mas a margem de escolhas certas tem sido bastante alta.

Este vestido foi amor à primeira vista no site e ao vivo não desapontou. Se lhe mudasse alguma coisa seria apenas o decote, que colocaria ligeiramente mais aberto, porém sei que resolvo facilmente isso com agulha e linha. Posso dizer que já houve uma alteração no vestido, que originalmente tinha as mangas com elástico e dava para arregaçar a manga. Acontece que ao chegar a Lisboa, onde o casamento decorreu, deparei-me com o elástico de uma das mangas rebentado e para remediar a situação sendo que não tinha tempo a perder, decidi descoser um ponto da outra manga e cortar o outro elástico. Resultou numa manga larga, mais ao estilo kimono mas que acabei por gostar bastante e me ajudou a proteger do sol naquele dia.

O vestido para além de giro, e para além dos elogios que recebeu, é confortável como tudo, andei com ele o casamento inteiro sem me sentir desconfortável uma única vez. Corri, dancei, pulei (dei show, em boa verdade) e ele chegou a casa lindo e maravilhoso. Acho que foi mesmo a escolha certa e mais uma prova de que com tempo e dedicação ainda se encontra coisas jeitosas e em conta nestes sites online.

Fotos por Ana Luísa Pinto



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Não vou mentir, para além da cor o que me "vendeu" esta blusa foram mesmo as costas abertas com as laterais rendadas. O que por si só seria uma t-shirt cintada bem simples, torna-se com este detalhe uma peça muito versátil e realmente bonita para usar e abusar nos dias de Primavera mais quentes.


Acredito que podemos, como já sabem, andar confortáveis mas bonitos, elegantes e sem nunca descurar a praticabilidade das peças que usamos. Claro que sou a favor de usar peças com as quais nos adoramos ver mesmo que não sejam as mais confortáveis do mundo, mas isso são casos para acontecer de quando em vez e não no dia-a-dia.

A blusa conjugada com as calças plissadas que continuam a ser uma paixão enorme desde que as comprei o ano passado, parecem-me daqueles conjuntos que vou adoptar várias vezes durante os próximos meses e próximas viagens. 

Que acham? Gostam tanto desta simples t-shirt quanto eu ou não lhe acham assim tanta piada?



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Fez ontem duas semanas que entrei nos 29, o último ano da minha década dos 20. A aproximação aos 30 nada me assusta e há algum tempo que deixei de me preocupar tanto com a pressão de terceiros e desconhecidos no que diz respeito a cumprir metas e completar planos que todos acham que devemos completar antes dos 30. Casa própria? Filhos? Relação duradoura? Nada disso e sou feliz, talvez porque encontro a minha felicidade noutras coisas.

Faz hoje 2 semanas que celebrei a entrada nos 29 entre amigos, em casa, sem fotos - tirando 2 ou 3 muito manhosas - mas com comida, gargalhadas, boa disposição e um lanche que virou jantar e só não se estendeu mais no tempo porque estamos todos "velhos" para celebrações noite a dentro.

Essas metas que toda a gente tem também eu as tenho mas deixei de lhes colocar um prazo de validade que só me trazia ansiedade e tormenta. Não sou a primeira das amigas a chegar aos 30 ou lá perto, mas não vejo que venha por ali uma mudança drástica na minha vida só por mudar um dígito. Os 26 sim trouxeram uma mudança, não pelo dígito mas porque o meu aniversário e quem me rodeou me fez parar, ver e ponderar sobre muita coisa e assim comecei os 26 com uma mudança abrupta e que me tornou numa pessoa feliz até aos dias de hoje.

Entretanto a única coisa que relembro é que a vida muda e se forem espreitar esta publicação de 2015 com os meus 30 antes dos 30 só vos posso dizer que muita coisa desta lista mudou tal como eu mudei. Já completei algumas coisas mas outras já nem me incomodam ou fazem sequer parte daquilo que pretendo alcançar neste ano que tenho antes da chegada da nova década. Portanto agora é viver como tenho vivido até aqui e continuar a ser feliz seguindo sem imposições nem receios.


Lembrei-me que tinha guardado estas fotos, tiradas há quase um ano atrás, altura em que decidi arriscar e comprar esta base na esperança de começar a trazer ao meu arsenal algo mais luminoso e adequado às necessidades mais recentes da minha pele. Não é uma base nova, muito menos uma base desconhecida, quanto mais não seja sabem que esta é uma base bem carota que ronda ali os 60€ cá em Portugal mas que consegui comprar com uns descontos simpáticos por cerca de 42€ na Feelunique.

Por tontice minha na altura mandei vir a cor 5 (claro-médio, neutro) quando na verdade uma 2 (muito claro, neutro) ou melhor ainda um 4.25 (claro, neutro) seriam mesmo os tons ideias. Como lhe dei o maior uso na altura do Verão ainda consegui disfarçar bastante bem o problema, porém com a chegada do Inverno não deu mesmo para a usar devidamente e o problema mantêm-se até agora. Apesar de tudo isto, e tal como disse, o erro foi meu e em nada tira mérito a esta base.


Segundo a marca esta é uma base fluída com uma textura muito leve, não matificante mas também sem óleo, tendo na sua composição ingredientes hidratantes que conferem à base aquele efeito glow prometido pelo nome e que é aquilo que se espera quando se compra este produto.

A meu ver esta base é realmente assim, de textura fluída, mais líquida que cremosa o que pode ser uma chatice se, como eu, preferem aplicação com esponja o que neste caso se traduz num gasto mais avultado de produto mesmo com a esponja previamente humedecida. É leve no rosto, confere aquela luz natural e bonita sem matificar e parece-me uma boa ideia para uma pele normal, não seca, uma vez que mesmo com todos os ingredientes hidratantes esta base ainda acaba por se agarrar um pouco a certas zonas mais secas ao longo do dia. O acabamento é assim luminoso mas com um toque sedoso, sem ter demasiado glow.

Em termos de cobertura diria que é média, sendo que pode ser construída com uma segunda cama ou trabalhada com a aplicação certa, como por exemplo com pincel. Dura umas boas 6 horas sem grandes alterações mas a partir daqui parece que vai desaparecendo em certos pontos da cara, especialmente em quem tiver áreas mais oleosas ou se, como eu, tiverem tendência a tocar bastante no rosto. Mesmo assim em condições ideias diria que aguentava bem umas 8 horas, e digo-vos isto depois de a ter usado em dias de calor e trabalhos de +12 horas.

Não é uma base barata mas é uma boa base, está provavelmente no meu top de bases preferidas deste último ano, sendo que passei a comprar bases de acabamento luminoso para deixar de lado todas as bases pesadas e matificantes que usava até então.


Em Portugal encontram-no esta Luminous Silk Foundation da Gorgio Armani no El Corte Inglés com menos variedade de tons. Já online diria que a Feelunique será um óptimo ponto de partida para a comprar, especialmente em época de descontos.






Joana, 28 anos e natural da cidade do Porto. 
Sou uma fotógrafa de profissão, louca por viagens e sempre com demasiadas opiniões para dar. 
Este é o meu blog no qual escrevo desde 2009 e ele já mudou tanto quanto eu mudei ao longo destes últimos, quase, 10 anos.

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