Esta "febre de Primavera" traz com ela tons claros, padrões florais e aquele sem fim de pormenores tão típicos destas primeiras semanas da nova estação. Numa revelação chocante - ou nada chocante na verdade - tenho andado a olhar cada vez mais para peças coloridas, com tons leves, mas acho que os dias mais amenos assim o pedem.

Gostei desta blusa mal a vi na loja online da Shein, depois lá me foi oferecida e fiquei indecisa se mandava vir neste tom de azul claro ou em amarelo mas, como podem ver, optei pela primeira escolha. Na verdade é que estou a ponderar mandar vir a amarela, por apenas 11$ e sabendo que o material é bom e me assenta bem, acho que não é uma compra totalmente disparatada. Para além disso a minha mãe já anda com ideias de me vir roubar esta ao armário, portanto mais vale prevenir.








Não é uma blusa para usar sem casaco, pelo menos nesta altura, ela é fresquinha e perfeita para os dias mais quentes de Maio ou Junho mas por agora, com um casaco e ao final da tarde algo mais quente, é uma opção perfeita para começar a dar as boas-vindas à Primavera.







Blusa - Shein* | Jeans - C&A | Sapatilhas - Converse




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Há 14 anos atrás entrava na Escola Artística de Soares dos Reis no meu 10º ano. 14 anos depois entro no mesmo edifício, que em 2007 deixou de albergar a centenária escola - que outrora tinha sido o edifício de uma chapelaria - e que desde 2009 passou a ser casa da Escola de Hotelaria e Turismo do Porto. Mais tarde, em 2014, abriu juntamente com a escola de Hotelaria o agora denominado The Artist Porto Hotel & Bistrô. Posso dizer que foi estranho e ao mesmo tempo deixou-me feliz por lá voltar. A escola da minha altura tinha más condições, era uma escola demasiado antiga, sem grandes reabilitações a todos os níveis mas guardo desses dias boas memórias e ainda me lembro de todos os cantos que entretanto mudaram imenso.

Voltei a este espaço com um convite para conhecer o "Laboratório do Chefe", um jantar de degustação no restaurante A Escola by The Artist - que se situa na antiga zona do bar da Soares dos Reis, para quem por lá passou - a cargo do chefe Hugo Dias. Assim sendo todas as opiniões aqui presentes são pessoais e honestas, porém é importante relembrar que sendo este um evento privado  e com convite, existem certos parâmetros que não posso utilizar para medir a real experiência do jantar. Conheci também o B'Artist, o bar do hotel - na antiga área da secretaria - e infelizmente, devido à lotação total dos 17 quartos do hotel, não nos foi possível conhecer nenhum dos outros espaços, como a suite principal que fica na antiga área da biblioteca.





O espaço em si está lindíssimo, aproveitando toda a divisão do edifício original mantiveram-se muitos dos espaços inalterados mas agora com uma decoração moderna, elegante e convidativa. O mais engraçado é que grande parte da decoração, de obras de estatuária e obras emolduradas, vieram do espólio da Escola Soares dos Reis, sendo que muitos dos desenhos e pinturas de antigos alunos se encontram nas paredes de todo o espaço. Obviamente que andei a ver se havia por lá algo meu, mas nos espaços em que estive não encontrei nada, ou na verdade não reconheci nada já que nos últimos 14 anos perdi a conta aos trabalhos que fiz.
O Restaurante funciona como escola, sendo todo o hotel em si o único de dois hotel-escola existentes em Portugal - um em Lisboa e o outro, este, no Porto - e na cozinha do A Escola são os alunos da Escola de Hotelaria - cozinha e pastelaria - que formam a equipa que vai rodando a cada três semanas. Assim sendo, quem passa no restaurante é quase como um formador, sendo que no final é nos pedido para preencher um inquérito breve mas crucial para os alunos que na cozinha testam a teoria daquilo que vão aprendendo na área da Escola de Hotelaria. Tudo isto, como dito acima, a cargo do chefe Hugo Dias.

No caso do jantar para o qual fui convidada tivemos uma experiência total de 9 pratos juntamente com harmonização vínica a cargo da Sogevinus. Para quem quiser experimentar este tipo de jantar poderá fazê-lo com dois tipos de menu:

Teste Sensorial Nível 1
Degustação de 5 experiências numa refeição completa - 30€ por pessoa
Teste Sensorial Nível 2
Degustação de 7 experiências numa refeição completa, a um nível superior - 40€ por pessoa

Relembro apenas que o menu em si altera conforme a época e apenas o conhecemos quando os pratos nos chegam. A pessoa que estiver a experimentar apenas deverá comunicar quaisquer alergias ou intolerâncias alimentares que tenha e tudo o resto é uma surpresa.

Mas agora passando ao jantar e a todos os 9 momentos que por lá experimentei, com imensa criatividade, produtos sazonais e uma ementa pensada para a Primavera.









A Escola by The Artist, The Artist Porto Hotel & Bistrô Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

PRIMEIRO MOMENTO



Uma salada fria de Primavera. Com puré de ervilha e legumes crocantes como a cenoura, o tomate e o rabanete. Fresco, saboroso mas para mim o puré de ervilha necessitava de um contraste mais ácido para contrabalançar a doçura natural desta leguminosa.

SEGUNDO MOMENTO



Deliciosos gnocchi de batata, bastante suaves e acompanhados com puré de caju, crocante do mesmo e ainda couve kale ligeiramente crocante. Uma combinação de texturas que ligavam perfeitamente entre si num prato bastante harmonioso em termos de sabor.

TERCEIRO MOMENTO



Cavala em duas texturas, uma em tempura, deliciosa e quente, a outra em ceviche, fria e aromática. Senti que foi um prato bem conseguido, especialmente ligando as duas texturas da cavala com molho de ceviche, a maçã e o kumquat, porém para mim a aromatização com coentros fez-me gostar menos deste prato já que é uma das poucas ervas que não tolero a nível de paladar. Além disso senti que o ceviche deveria ter mais acidez.

QUARTO MOMENTO




Tenho emoções bastante contraditórias relativamente a este prato e talvez o lado mais negativo advenha do facto de a apresentação num recipiente para cozinhar a vapor não seja a melhor opção para comer perna de codorniz, o que implica o uso de faca e que neste tipo de superfície se torna muito complicado. Obstante esse facto a codorniz estava boa, apesar de algumas pessoas terem tido o infortúnio de ter a sua carne ligeiramente mal cozinhada, e a ligação com a massa kataifi crocante e um toque de mel, fez com que fosse um prato ao qual daria uma boa qualificação, caso me fosse pedido tal coisa.

QUINTO MOMENTO



Um limpa-palato que infelizmente deixou a desejar tal foi a disparidade de apresentações que vi. Uma granita de gim com molho e pedaços de ruibarbo. A granita não estava má porém a quantidade de gin ainda a boiar no prato deixou-me ligeiramente reticente, especialmente ao ver várias pessoas a comerem apenas uma a duas colheradas deste prato uma vez que o sabor era extremamente forte.

SEXTO MOMENTO




Se até aqui tinham sido apenas entradas, o sexto momento trouxe-nos o prato de peixe. Salmonete com molho de caldeirada, espuma cozinhada de sésamo e funcho grelhado. Uma óptima combinação, com peixe saboroso, uma caldeirada salgada q.b. e a espuma de sésamo adocicada que dava um toque óptimo e harmonioso ao prato.

SÉTIMO MOMENTO




Magret de pato, com puré de couve-flor, puré de batata doce, puré de beterraba e crocante de ovo e miso. Não ouvi o chef falar sobre isso mas acredito ter também uma redução de vinho tinto bastante saborosa. Um prato que teria adorado, com sabores que ligam muito bem entre si, porém o meu pato estava demasiado passado, o que o tornou um pouco duro tanto para cortar como para comer. Tirando este obstáculo é um bom prato e que consegue reunir bastantes vegetais primaveris e uma carne que joga bem com tudo o resto. O crocante de miso era delicioso e acho que foi a textura perfeita para rematar os pratos salgados.

OITAVO MOMENTO




Passamos neste momento à área da pastelaria e muito sinceramente foi talvez o meu momento predilecto de todo o jantar. Uma combinação de toranja, açafrão e pistáchio, com bolo bastante fofo e fresco, um crocante delicioso e uma combinação maravilhosa de cítrico e especiaria. Para mim é a representação perfeita da estação e caso fosse um prato em carta permanente concerteza voltaria lá para repetir esta experiência.

NONO MOMENTO



Nono e último prato e segunda sobremesa. Não tão criativo como a primeira mas igualmente saboroso e com uma combinação muito boa de sabores. Um gelado de malagueta - ligeiramente gelatinoso para não derreter - com um coração de doce de morango, uma experiência picante mas que realmente soube bem. O gelado era o topo de um crocante de chocolate que escondia sob si uma mistura de mousse de chocolate ruby e uma combinação de frutos vermelhos, absolutamente delicioso, menos inventivo que a primeira sobremesa mas pensado para os amantes de sobremesas bem doces e de chocolate.





Apesar da comida fantástica tenho de apontar um lado negativo a toda a experiência que foi, sem dúvida, o tempo que levou a ser servido todo o jantar. Foram quase 5h sendo que apesar do atraso de quase 1h no início, entramos para a sala de jantar por volta das oito da noite e apenas terminamos já passava da meia-noite e um quarto. Se isto acontece num evento pensando e planeado não sei se poderá também acontecer num serviço normal a qualquer dia da semana. Fica apenas aqui este apontamento que foi realmente o único ponto muito negativo desta noite.

PRESS EXPERIENCE: Todas as opiniões aqui expressas são honestas e pessoais. Obrigada pelo convite à organização do evento.


Por vezes uma pessoa tem de parar e fazer uma reflexão séria sobre a vida, sobre as mudanças e acabar tudo numa boa gargalhada. Não é que ando semi-enamorada de peças em amarelo? Eu, que durante tanto tempo dizia "de boca cheia" que amarelos, laranjas e roxos eram peças que não entravam no meu armário. Pois, parece que pela boca morre o peixe mas talvez seja só mais um detalhe implícito do envelhecimento natural da pessoa e o facto de que os gostas mudam, como tudo na vida. Não me venham ainda com amarelo clarinho, do género limão e cor de canário, mas se me mostrarem algo em amarelo escuro, torrado, mostarda, o mais certo é eu até gostar.

Assim sendo e como tenho andando de olho em várias peças em lojas físicas e online, achei por bem trazer uma mostragem dessas mesmas peças para que, se como eu andam numa relação de amor com esta cor, possam quiçá ver, experimentar e comprar as ditas cujas. 

Não venho aqui tentar ninguém, portanto quem desse lado se portar mal não me pode culpar pelo sucedido.



Dia Internacional da Mulher. Começo a escrever este texto e ainda estamos a 7 de Março, o primeiro Dia de Luto Nacional pelas Vítimas de Violência Doméstica (decretado a 28 de Fevereiro de 2019). Neste dia já apareceu nas notícias mais uma mulher que morreu estrangulada às mãos do marido, no dia em que iria assinar os papéis do divórcio. Neste dia apareceu nas notícias a cabeça de mulher encontrada num saco do lixo numa praia de Leça da Palmeira, sem se saber ainda quem é ou o que aconteceu ao certo. Desde o início de 2019 já morreram 13 mulheres, 1 homem e 1 criança de 2 anos vítimas de violência doméstica. 

Apesar de tudo isto ainda vemos as flores, chocolates e prendinhas que o comércio acredita serem a melhor forma de homenagear as mulheres. Deixem-me que vos diga: não é! Porreiro receber coisas? Sim, claro que sim. Mas que resolve isso? Que fazem essas prendas por nós? Vão diminuir a desigualdade? Vão diminuir os crimes contra as mulheres? Não. Mas vejamos algumas estatísticas.


ESTATISTICAMENTE EM PORTUGAL
-A diferença salarial pode chegar quase aos 30% sendo que a média fica pelos 16%
-Continuam a ser as mulheres as mais violentadas nas relações, a mais abusadas sexualmente e a maior parte das vítimas de crimes deste género
-Mesmo sendo as mulheres a perfazer o maior número de pessoas com alto grau de escolarização - falamos de nível superior - são ainda assim as que têm menos oportunidades de trabalho em cargos que pedem a sua especialização, e no geral também
-Continuam a ser as mulheres as que encontram em casa quase mais 2h de trabalho extra, não remunerado, diariamente

Tudo isto faz parte do relatório da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, não fui eu que inventei.

Por cá é também mais caro ser mulher do que ser homem. Apesar de os produtos de higiene pessoal feminina serem taxados a 6%, o imposto mínimo, temos ainda de contabilizar gastos como - e não sendo igual para todas, é claro - por exemplo: os contraceptivos orais, já que várias marcas indicadas não são oferecidos nos centros de saúde; a medicação necessária para as dores menstruais e dismenorreia associada; a necessidade de roupa interior extra, como é o caso do soutien, já que muitas mulheres não podem prescindir desta peça devido ao tamanho mamário que causa desconforto sem suporte. Nem falo das normativas impostas pela sociedade em geral, como as depilações, a maquilhagem, os cuidados a nível do cabelo, unhas, pele, qualquer coisinha que nos faça ficar mais "apresentáveis" para o mercado de trabalho ou qualquer outra coisa.

Mesmo com IVA a 6% podemos gastar até 10€ por mês em produtos de higiene. Claro que há as opções do copo menstrual, produtos mais baratos mas com inferior qualidade, mas nem todas as mulheres são iguais.

Por mim falo que por norma gasto uma embalagem de tampões e outra - nem sempre completa - de pensos na altura da menstruação (não consigo usar tampão sem a segurança extra de um penso nos dias de maior fluxo), ou seja, mesmo procurando as promoções sai-me a cerca de 5€/mês, o que perfaz um total 60€ ao final do ano. A isso soma-se a compra de produtos como o Trifene que ronda os 6€, que no meu caso opto por comprar antes uma versão genérica do Brufen (Ibuprufeno) o que me acaba por descer a conta para cerca de 2€.


Se em outros anos vos falei da necessidade deste dia, dando na cabeça às mulheres que usam erradamente aquilo que é ser feminista, se também vos falei da minha visão do feminismo sendo eu uma privilegiada, este ano mostro-vos apenas a realidade nacional daquilo pelo qual ainda debatemos, no dia 8 de Março e todo o ano, porque somos mulheres 365 dias, sem folgas, sem interregnos, sem férias desta condição que pode ser uma dádiva ao mesmo tempo que é uma condenação.


Malta, agradeçam as flores e prendas mas peçam respeito, peçam divisão nas tarefas domésticas, peçam e lutem pelo vosso lugar em quadros superiores, em empregos. Lutem por poderem ser mães ou não serem, serem donas do vosso corpo e aquilo que fazem com ele. Lutem por ficar em casa ou por ter uma carreira. Lutem não para ficar acima de ninguém mas para atingir os mesmos níveis, haver uma paridade e igualdade que mostre que não baixamos os braços nem cedemos à doutrina do "belas e recatadas".


Aproveitem este dia para celebrarem o serem mulheres e o que já conseguiram mas também para, tal como devia ser, lutarem pela igualdade nas coisas mais básicas do dia-a-dia. Mesmo que cada país tenha uma luta diferente e uma maneira de celebrar distinta, lembrem-se que neste dia a ideia base é encontrarmos umas nas outras a força e determinação que precisamos para pedir o que é nosso , ou devia ser nosso, por legitimidade.

Usem este dia para lutar de algum modo. Saiam à rua para uma manifestação (vejam o final deste post), façam uma doação a uma entidade ou associação com uma causa que ajude as mulheres em qualquer área que preferirem. Vejam filmes feitos por mulheres, leiam livros escritos por mulheres, comprem produtos feitos por mulheres que têm pequenos negócios. Empoderem outra mulher ou quantas conseguirem. 

Façam uso do privilégio do país em que vivem em que podem usar a vossa voz, sair à rua, lutar e protestar. Em que podem livremente escrever um texto como estou a fazer neste momento. Nada muda se nós não mudarmos, se não colocarmos em prática aquilo em que acreditamos. Aproveitem este dia e sejam gratas por poderem fazer por vocês mesmas, por quem vos segue na vida ou até por qualquer outra mulher ou pessoa.

Embora reconheçamos este dia como uma maneira de celebrar o quão longe chegamos, precisamos também de reconhecer o que ainda precisamos e como podemos atingir esses objectivos. Assim sendo, este ano, comemorem por todas as mulheres que conhecem.




Deixa ainda um aparte. Dei voz, juntamente com todo o coro Cantare - a minha alegria de 2019 - a esta iniciativa. Uma greve feminista com um manifesto que vale a pena ler. Uma greve de quem trabalha ou de quem fica em casa, de quem quer lutar pela igualdade na vida, na carreira e em tudo. 




Sejamos sinceros neste tema, este tipo de publicações é muito leve e pouco ou nada acrescenta à nossa cultura ou sabedoria, mesmo assim e apesar de não ser algo que faça recorrentemente, acabo por gostar de trazer alguns looks que vou vendo e que me inspiram a conjugar peças ou até mesmo a ser um bocadinho mais ousada.

É certo e sabido que as imagens de streetstyle desde há muito que são pouco fidedignas daquilo que se usa de facto no dia-a-dia, cada vez é tudo menos espontâneo mas quem vai a uma semana de moda costuma dar tudo, quer seja na elegância, na extravagância ou apenas no simples factor de chocar quem os vê. Mesmo assim, e tal como vos disse acima, apenas trago e guardo imagens de conjuntos que usaria na sua maioria, que guardo como fontes de inspiração para aqueles dias em que acordo e digo "hoje vou dar o tudo e quem sabe até fotografar um look ou dois". É para isto que o streetstyle me parece um tão tema tão bom, para inspirar, na medida certa. 

Todas as fotos presentes nesta publicação são do fotógrafo Jonathan Daniel Pryce para a Vogue.it .







01.

TONS NEUTROS




Juntamente com os neon e tons vivos, especialmente vermelhos e rosas, os neutros, terras e tons claro - que lembram o linho e os dias mais quentes - foram uma das grandes apostas no streetstyle que se viu por Paris.

Conjungados ou usados sozinhos na totalidade do conjunto, trazem-nos uma paleta super suave e elegante para quem gosta de apostar neste tipo de cores.





02.

MINI BAGS




Na cintura, ao ombro, de trespasse. As malas mais pequenas, roçando ali as clutches, foram dos acessórios que mais se viram  nesta semana da moda e pelas ruas de Paris.

Deixamos de lado qualquer tendência de malas grandes e com imenso espaço para passarmos às malas mais pequenas que fazem com que tenhamos de pensar melhor o espaço e como o usamos e também aquilo que transportamos.





03.

CHLOÉ C




Posso afirmar sem sombra de dúvidas, tal como pode afirmar qualquer pessoa que tenha visto fotos suficientes destas semanas de moda, que as carteiras da linha C da Chloé foram usadas por tanta mas tanta gente que pareceu que havia ali patrocínio de larga escala.

A verdade é uma, apesar de serem todas malas pequenas, que vai de encontro ao ponto anterior, a linha C tem uma variedade enorme no que toca a cores, texturas e tanto mais, o que faz com que haja uma para qualquer gosto.

Só eu sei o quanto gostava que alguém me patrocinasse uma...pode ter andado em toda a mão e ombro na PFW mas eu continuo a gostar dela. Ainda por cima podia fazer de conta que era um C de Cardoso. Riam-se comigo ou de mim, vá lá!






04.

OVERSIZED




Calças imensamente largas, casacos largueirões, peças oversized em camadas e conjugadas com outras peças igualmente grandes ou mais estruturadas.

Por Paris viu-se pouco de peças que se colam à pele, que moldam formas. Ao invés disso houve ali um uso enorme de peças grandes, que quase fazem lembrar a transição dos 90's para os 2000, mas talvez - em alguns casos - com um bocadinho mais de gosto na escolha das peças e conjugação dos outfits.



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Joana, 28 anos e natural da cidade do Porto. 
Sou uma fotógrafa de profissão, louca por viagens e sempre com demasiadas opiniões para dar. 
Este é o meu blog no qual escrevo desde 2009 e ele já mudou tanto quanto eu mudei ao longo destes últimos, quase, 10 anos.

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