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Olá, eu sou a Joana - a cara por detrás do The Paper and Ink. Vinte e muitos anos, natural e residente da belíssima cidade do Porto, sou uma fotógrafa e blogger que em 2009 criou este espaço em busca de uma maneira de dar a conhecer ao mundo a minha voz, as minhas ideias e paixões. O TPI é um lifestyle blog, ou seja, é um pouco de tudo o que marca a minha vida, me apaixona e que acredito ser importante partilhar.


Alpes #5


O último dia, pelo menos inteiro de férias, está aqui, com todas as fotos, momentos, peripécias, coisas maravilhosas antes de no último dia termos feito mais de 500km de volta ao aeroporto de Bérgamo de onde partiríamos para voltar ao Porto depois de uma semana maravilhosa a conhecer mais alguns locais desta nossa Europa.

Pois bem, se não leram a última parte do último post sobre a viagem aconselho-vos a fazerem-no, isso ou a relembrar a aventura que foi o regresso a "casa" na quarta noite de viagem. Bem, acordamos no quinto dia com montes e montes de neve. Tinha nevado toda a noite, era branco por todo o lado, assim uns centímetros a roçarem os metros de neve e o nosso carro não ia a lado nenhum sem derrapar e guinar por todo o lado. Ainda houve quem por lá tentasse fazer umas "corridas" com ele aldeia abaixo e rampa de acesso acima, até perceber que afinal tínhamos pneus de Verão e que aquilo era a coisa mais perigosa de sempre. Eu não sabia se rir ou chorar, achei mesmo que ia começar a panicar por todo o lado. A empresa de aluguer não opera fisicamente nem na Áustria nem na Alemanha, então mesmo que quisessem fazer a troca por um outro carro com pneus de inverno, era impossível.


Reunimos em família, mesmo já a perder uma boa parte da manhã e chegamos à conclusão que tínhamos duas soluções. Ou comprávamos correntes de neve que dessem para o carro e depois mandávamos as mesmas por correio para Portugal e vendíamos as ditas no OLX, ou então fazíamos as malas e pernoitávamos numa zona longe da montanha e de toda aquela neve. Lá andamos na internet e acabamos por optar pela segunda alternativa, com muita tristeza porque adorávamos a casa e local onde estávamos, mas o perigo de voltar à noite ainda com neve era demasiado para arriscarmos.

Partimos já depois do meio da manhã e depois de termos entregues as chaves, rumo a Munique. Acabamos por escolher um hotel na cidade uma vez que não queríamos perder um dia de viagem e já tínhamos planeado lá ir. Eram mais 100km no dia seguinte para serem feitos mas preferimos fazer assim.

Fomos directos a Dachau, a cerca de 30 minutos de Munique. Não me quero alongar muito sobre esta parte uma vez que quero deixar mesmo este assunto e local para uma publicação por si só. Dachau é um campo de concentração, um dos muitos de visita obrigatória e que marcou de facto uma página muito negra da nossa história enquanto humanidade.


Demoramos umas duas horas por Dachau, partimos já a meio da tarde para almoçar e conduzir até Munique onde fomos directos ao hotel para fazer o check-in e deixar a nossa bagagem antes de apanharmos o metro até ao centro da cidade.

Chegamos já ao final do dia, passeamos um pouco mas tivemos o azar de uma vez mais apanhar chuva pela cidade. Foi por isto que fotos foram quase nenhumas, entre proteger-me a mim, à mochila e ao material achei que já tinha fotos suficientes da cidade e com bastante mais luz, assim sendo preferi optar pelas memórias mentais e registar tudo com os olhos. Por vezes como fotógrafa fico demasiado imersa no acto de fotografar e desfruto pouco, mas tenho tentado contornar isso e por vezes deixar a máquina guardada. Então várias fotos deste dia e da viagem do último dia foram tiradas com recurso ao telemóvel, assim numa de turista super normal apenas para registar alguns momentos.


Ainda demos um saltinho à BMW Welt, apesar de irmos já ao final da tarde. Numa família de loucors por carros perdemos um bom bocado por lá a ver os diferentes modelos, os mais recentes lançamentos e alguns dos carros mais clássicos e conhecidos da marca. É um lugar super descontraído, onde podemos ir a todo o lado, experimentar quase tudo e é realmente um edifício com uma arquitectura fabulosa e linhas super interessantes.

O fim da noite e jantar foram num dos locais mais típicos e antigos de Munique, a famosa Hofbräuhaus, uma taberna com mais de 500 anos e que teve origem naquele mesmo sítio e edifício aonde ainda hoje se faz fila à porta, onde se bebem canecas de litro de cerveja e se comem pratos típicos.


Mesmo do outro lado da rua da Hofbräuhaus existe uma taberna igualmente famosa, a Augustiner, mas optarmos pela primeira, se bem que as duas rivalizam em filas de espera.

Bem, é mesmo para se comer coisas típicas por lá como o joelho de porco - que não provei - , o dumpling de batata - que tem a textura mais....ewww -, os panados de porco, ou ainda basicamente tudo o que seja carne de porco e batatas, bem regado com uns litros de cerveja, que é até bastante boa. Claro que as porções são gigantes e esqueçam lá as sobremesas, no máximo há pretzels gigantes para começar a refeição e esperar que tudo chegue.


Voltamos ao hotel relativamente cedo, depois de passearmos mais um pouco para digerir tudo. Queríamos descansar para arrancar antes das oito da manhã no dia seguinte para voltarmos a Milão e assim dar por terminadas as nossas férias.

2 comments

  1. As tuas fotos são sempre qualquer coisa!! <3

    Kiss kiss.*Jo
    Jo & Company Style

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  2. Estou a adorar os posts e as experiências que estás a partilhar desta viagem! <3
    As fotografias são incríveis!

    Beijinhos!
    MESSY GAZING

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