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Olá, eu sou a Joana - a cara por detrás do The Paper and Ink. Vinte e muitos anos, natural e residente da belíssima cidade do Porto, sou uma fotógrafa e blogger que em 2009 criou este espaço em busca de uma maneira de dar a conhecer ao mundo a minha voz, as minhas ideias e paixões. O TPI é um lifestyle blog, ou seja, é um pouco de tudo o que marca a minha vida, me apaixona e que acredito ser importante partilhar.


De Eça a Amarante


Como vos disse no passado Sábado, no final de Fevereiro passei um fim-de-semana em família pela zona do Douro. Já vos contei o primeiro dia e a manhã do segundo e agora acabo a aventura e passeio que fizemos de regresso a casa, pela margem do Douro e passado por Amarante onde já não ia há uns bons anos.

Saímos a meio da manhã do hotel, depois do pequeno-almoço, depois de dizer adeus ao meu novo amigo felino e seguimos caminho, fazendo um caminho diferente daquela que tínhamos feito do Porto para Cinfães no dia anterior. Acabamos por parar para algumas fotos e um café ao lado da estação de Aregos, uma daquela estações do Douro que tem paisagens pelas quais vale mesmo a pena parar.


Como nos apercebemos que estávamos tão perto da Fundação Eça Queiroz em Tormes - quem se lembra de a Cidade as as Serras?. Acabamos por não visitar o museu nem fazer a visita guiada, mas andamos a passear um pouco por lá, numa quinta com vista bonita sobre o vale, num local cimeiro e cheio de calma. Assim até ao mais comum dos mortais dá vontade e inspiração para escrever.

Acabamos por seguir viagem até Amarante que a um Domingo tinha gente estacionada por toda a parte. Acabamos por conseguir lugar mesmo perto da Igreja de S. Gonçalo e partimos então em busca de um sítio para almoçar, debaixo de um sol agradável e um dia realmente bonito, perfeito para ver Amarante depois de tantos anos sem lá ir.


Acabamos por optar pela Tasquinha da Ponte, conhecida e com óptimas recomendações, mesmo sem uma tasca no sentido literal, com apenas dez mesas, um serviço corrido. Os pratos por aqui são típicos e uma vez mais não é mesmo um restaurante para vegetarianos e muito menos veganos. Demoramos mais de meia hora até ter mesa, é daqueles locais mesmo concorridos e com preços super em conta para pratos caseiros e bem servidos.

Pedimos papas, chouriço, entradas diversas e petiscos e uma dose de cabrito assado, realmente bom, com arroz. Comemos tão bem, sem pagar muito, que no fim decidimos saltar a sobremesa...pelo menos era o que pensávamos.

Logo do outro lado da rua a famosa Confeitaria da Ponte, uma confeitaria onde se vende tudo o que é doces típicos da região, daqueles que nos induzem diabetes quase só de olhar mas que podemos comer de quando em vez porque o segredo é a moderação. 


Eu optei por levar algo para comer em casa, quem estava comigo ainda comeu alguma coisa doce. Bem que queríamos ficar na esplanada com a vista do Rio Tâmega, mas infelizmente num dia com um sol bonito como aquele a esplanada estava totalmente lotada.

Acabamos por voltar a casa depois do almoço, ainda íamos buscar o Angus...infelizmente no caminho apanhamos algo na estrada, mesmo na saída de Amarante e o nosso pneu rebentou. Lá ficamos a aguardar assistência, táxi e ainda tivemos de ir buscar o carro de substituição. Foi tudo super rápido mas é sempre uma situação chata, mesmo assim a família Cardoso nunca pode ir a lado nenhum sem ter uma aventura para contar, ora é derrapagens no gelo, ora são pneus a rebentarem.


2 comments

  1. Adorei!
    As fotografias estão lindas, gosto tanto destes posts, fico a conhecer recantos que nem sabia que existiam!

    Beijinhos!
    MESSY GAZING

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  2. Que fotografias encantadoras :)

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