Sabem que há dias em que uma pessoa quer pouca complicação, que basta vestir algo rápido, quentinho e estamos prontos a sair. Em dias que ainda por cima implicam uma viagem de algumas horas de carro, recorrer a peças confortáveis mas com as quais nos sentimos bem é mesmo uma escolha acertada, pelo menos para alguns de nós.

Chegou a altura das camisolas fofinhas e quentes e dos meus adorados botins. Por falar nestes últimos, e sem que ninguém me tenha dado alguma coisa para falar sobre eles, estes são da Asos. Finalmente comprei algo por lá e fui logo para umas Chelsea clássicas, pretas, em pele - desculpem-me quem é contra mas é um investimento para mim - e que ainda vieram com uma boa promoção. Por norma demoro uns dias a adaptar-me a qualquer bota que compre, há sempre zonas duras que magoam, mas estas foram logo colocadas a uso, parecem chinelos e aguentaram quilómetros neste primeiro dia que as usei. Acho que só por aí já valeu o dinheiro que paguei por elas.



Camisola - Primark | Jeans - C&A | Botins - Asos | Carteira - Michael Kors







Se hoje de manhã vos contei que o amarelo para mim era algo inédito, já o verde esmeralda é um amor desde há muito mas que parece que é raro ver nas colecções. Acho que tudo começou ali por volta de 2005 com uma colecção de vestidos do Elie Saab e apaixonei-me perdidamente pela cor. Não há cá verde claro, verde tropa, nada disso, é verde esmeralda, assim mais escuro, bonito que só ele.


Há cores que desde há muito não fazem parte do meu armário. Laranjas, amarelos, roxos. Comecei a cingir-me aos meus tons e aos neutros desde há coisa de uma década para cá e assim ficou, desde então que torso regularmente o nariz a tons mais vivos, especialmente se eu já sei que não gosto assim tanto deles. Mesmo assim, e volta e meia, aparecem amarelos nas colecções de uma ou outra estação e apesar de tudo sempre achei uma certa piada aos amarelos mais escuros, os ocre, os mostarda, os amarelos que lembram especiarias, e sempre o gostei de ver com gangas e pretos.

É dia de Thanksgiving, ou de Acção de Graças se assim preferirem, nos Estados Unidos. Esta celebração não é nossa, não faz sentido ser importada por razões históricas e é cada vez mais uma celebração que apesar de nos parecer bonita é também bastante controversa devido a problemas históricos que mostram muitas diferenças entre a versão dos peregrinos e dos nativo-americanos.


Sexta-feira Negra ou Sexta-Feira Louca, os termos são vários mas a expressão vem mesmo da Black Friday, data comemorada na Sexta após o Dia de de Acção de Graças nos Estados Unidos (que se celebra na penúltima Quinta de Novembro). A Black Friday começou a democratizar-se pelo mundo fora e é também já celebrada, se assim o quisermos dizer, por cá. Para muitos é a data de arranque às compras de Natal uma vez que a aproximação a Dezembro é grande e cada promoção é uma boa desculpa para se poupar alguns trocos.


Claro que mal a Anastasia Beverly Hills foi lançada por cá, aqui quem vos escreve começou a pensar se deitava ou não a mão a uma paleta, daquelas famosas como tudo, sobre as quais toda a gente fala maravilhas e que uma pessoa não sabe bem se resistir ou se deixar ir na onda. Eu já tinha deitado o dedo à marca, pelo menos nos testers da Sephora Espanha e tinha adorado aquela sensação de sombras pigmentadas, a parecerem manteiga e tinha ficado com a fofa da Subculture debaixo de olho.


Sexta cheia de chuva, de céu cinza. Um tempo que a maioria não gosta. Eu, apesar de não ficar imensamente feliz com chuva - mas contente por a mesma existir - prefiro os dias com sol e frio, ali a ronda os dez graus, onde posso encher-me de camadas de roupa mas mesmo assim caminhar um bom bocado onde quer que vá.

Passei um mês com apenas cinco publicações feitas. Não me falta material fotográfico, não me falta sobre o que escrever mas falta-me a vontade para prosseguir com com certos temas. Se calhar, nove anos depois de ter começado com este blog, sinto-me cada vez menos blogger. Já pouco me interessa falar sobre maquilhagem, sobre roupas e colecções, estou mais numa de ser feliz, rodear-me de amigos, passar bons tempos com quem importa e desfrutar destes últimos anos dos meus 20.






Joana, 28 anos e natural da cidade do Porto. 
Sou uma fotógrafa de profissão, louca por viagens e sempre com demasiadas opiniões para dar. 
Este é o meu blog no qual escrevo desde 2009 e ele já mudou tanto quanto eu mudei ao longo destes últimos, quase, 10 anos.

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